Agrupamento de Escolas Fernando Casimiro Pereira da Silva

"Sozinhos vamos mais rápido mas juntos vamos mais longe…"

Articulação e Integração Curriculares

Guião da Articulação Curricular

download   Guião de Articulação Curricular

O Guião da Articulação Curricular, foi construído no ano letivo 2013/2014 e teve por base as orientações dos documentos do Ministério da Educação e Ciência e dos documentos internos de autonomia.

O Regime de Autonomia, Administração e Gestão dos estabelecimentos públicos, Decreto-Lei n.º 75/2008 de 22 de abril com a redação dada pelo Decreto-Lei n.º 137/2012 de 2 de julho, refere como finalidade de um agrupamento de escolas ou escola não agrupada:

Proporcionar um percurso sequencial e articulado dos alunos (…) e favorecer a transição adequada entre níveis e ciclos de ensino”.

A nova Estrutura Curricular, definida no Decreto-Lei n.º 139/2012 de 5 de julho com as alterações constantes do Decreto-Lei n.º 91/2013 de 10 de julho, define o currículo como:

O conjunto de conteúdos e objetivos que, devidamente articulados, constituem a base da organização do ensino e da avaliação do desempenho dos alunos”.

A última avaliação externa do agrupamento, a cargo da IGE, deixou clara a necessidade do trabalho a desenvolver caminhar no sentido estabelecer graus crescentes de articulação e os mesmos nortearem as opções de gestão pedagógica do agrupamento. O Projeto Educativo do Agrupamento, alicerçado no lema “Articular para o sucesso”, preconiza que a articulação curricular se assuma como papel central da ação educativa, dedicando parte substancial das suas linhas estratégias a medidas que visem formas distintas de articulação, assumindo este item como uma das principais metas.

O Plano de Melhoria apresenta também diversas propostas e estratégias para esta área, dedicando uma das ações de melhoria à articulação curricular. O relatório de implementação do Plano de Melhorias da Equipa de Autoavaliação apresentado em julho de 2013, realça o trabalho desenvolvido no sentido da promoção e desenvolvimento de práticas de articulação e redefine novas estratégias de trabalho visando este item.

“Articulação curricular vertical e horizontal aprofundada, para que, no sentido de dar continuidade ao trabalho já desenvolvido, se proceda a uma monitorização e avaliação da articulação curricular através da análise de conteúdo de Atas das reuniões e de uma grelha padrão de articulação vertical e horizontal (a ser definida em reunião de trabalho com os representantes de todos os Ciclos, no inicio do ano letivo de 2013/2014);”

(in Relatório Intermédio de Implementação do Plano de Melhorias, julho 2013)

O presente guião vai ao encontro do trabalho desenvolvido, teve em consideração o relatório da articulação curricular do ano 2012/2013 e tenta retirar da experiência tida nos pretéritos anos letivos e da avaliação do trabalho desenvolvido uma linha clara de conduta que norteia a prática letiva do próximo ano letivo.

O Guião da Articulação Curricular deve ser entendido à luz do Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho, incorporando as opções tidas no PPIP do AEFCPS e observadas as lógicas definida no Decreto-Lei 54/2018, de 6 de julho.

Integração Curricular

Fundamentados em Beane e Alonso, sobretudo nas suas proposições acerca da integração curricular a proposta do AEFCPS baseia-se em quatro categorias:

  • Concepção alargada do currículo;
  • Articulação do conhecimento de diferentes naturezas;
  • Currículo enraizado no meio envolvente;
  • Currículo como projeto educativo.

Com o desenvolvimento dos trabalhos preparatórios, observou-se que tendencialmente integração curricular é preterida no processo de escolarização  e aponta a necessidade desta mesma perspectiva curricular nortear o desenvolvimento profissional dos professores, na convicção de que este modelo possibilita uma progressiva e consistente integração significativa de saberes, procedimentos e atitudes dotando os futuros professores de competências que orientem a prática profissional.

Assim, o AEFCPS, no âmbito do seu PPIP, definiu linhas concretas que fossem promotoras da Integração Curricular e funcionassem com catalisadores  para o desenvolvimento de práticas de trabalho transdisciplinar.

As matrizes curriculares dos  diferentes níveis de ensino  incorporam espaços disciplinares próprios para trabalho em torno da integração curricular, numa lógica de migração de práticas para as diferentes áreas disciplinares.

Esse espaço denomina-se “Oficina do Conhecimento” e está organizado em Cenários Integradores de Aprendizagem (CIA).

Create your website at WordPress.com
Get started
%d bloggers like this: